O quarto esta escuro. Na minha mão, ele geme ofegante e eu apresso-me para acabar com aquilo. Vem-se sobre a minha mão como se eu estivesse a apertar uma pasta de dentes, uma pasta nojenta, morna e fluida. «hugh!» Faço uma careta e levanto-me a correr para a casa-de-banho.
Abro a torneira e lavo as mãos. Olho-me no espelho. «Estupida», penso e começo a chorar. Amo-te e tu amas-te a ti próprio. A culpa é minha. Tu és só teu, não és meu. Não queres ser meu, mesmo sendo eu a namorada official. Gostas de mim, do meu corpo e da minha companhia, mas não estás comigo.
Lavo a cara e volto para junto de ti. Beijas-me a coxa. «Demoraste.»
Abro a torneira e lavo as mãos. Olho-me no espelho. «Estupida», penso e começo a chorar. Amo-te e tu amas-te a ti próprio. A culpa é minha. Tu és só teu, não és meu. Não queres ser meu, mesmo sendo eu a namorada official. Gostas de mim, do meu corpo e da minha companhia, mas não estás comigo.
Lavo a cara e volto para junto de ti. Beijas-me a coxa. «Demoraste.»
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